GDPR, LGPD e a Personalização

Uma organização que encara seus dados como ativos já entendeu a relevância dessas informações para o posicionamento da marca perante ao mercado. Além do valor agregado, os dados geram oportunidades de negócios e benefícios estratégicos para a organização, como o conhecimento com propriedade de informações essenciais.

Com a criação da GDPR na Europa e da LGPD no Brasil, as organizações estão mais atentas com a segurança destes dados, uma vez que essas leis servem para regulamentar a coleta, o tratamento e a distribuição dos dados do usuário, ou seja, estes dados não podem ser utilizados sem que o usuário tenha consentido com isso. Aí é que entra a grande dúvida: de que forma essas normas esbarram na personalização, já que para isso é necessário tratar e analisar os dados?

O primeiro passo é entender quais são as informações necessárias para essa personalização dentro da sua organização, se será necessário adaptá-las e quais são as opções, caso sim. Depois disso, é muito importante que a solução para o compliance escolhida pela sua organização tenha a capacidade de anonimização dos dados. Com isso, e com a autorização do usuário, ainda será possível coletar informações como as de navegação, sem necessariamente identificar quem está fornecendo.

É importante lembrar que ao transmitir confiança e segurança ao usuário ele responderá com o consentimento do uso dos dados, permitindo assim que a informação seja utilizada para o seu devido fim. Uma vez dentro da sua organização, estes dados devem estar seguros e devidamente armazenados na solução mais adequada, para que sejam utilizados quando, por quem e no prazo que forem adequados.

 

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